segunda-feira, 28 de Maio de 2012

MANIFESTO PLASMODIANO

MANIFESTO PLASMODIANO


A ideia surgiu em 2010 para se criar um colectivo de criativos nas distintas áreas que, através de uma filosofia de entreajuda, se conseguisse estabelecer um “atelier de ideias e projectos”.  

Em Maio de 2011 o Plasmodium Vivax manifesta-se como uma plataforma de partilha criativa no Facebook. O objectivo era criar um ambiente de partilha e debate entre criativos de todas as áreas. Estes eram livres de expor as suas ideias, projectos ou trabalhos da sua autoria mas também tinham a possibilidade de debater ou criticar as ideias e os projectos de outros criativos que aí apresentassem os seus trabalhos.

O nome de Plasmodium Vivax apareceu por analogia ao protozoário parasita que transmite a Malária (doença do sono), tendo como principal justificação o propósito que o projecto tinha: criar uma epidemia criativa, na qual o Plasmodium Vivax fosse o co-factor desta reacção em cadeia. O facto da Malária ser também conhecida como a “doença do sono”, rabulou-se com o orfismo ligado à temática “sono”. É no momento mais dormente da mente humana que não residem limites físicos, tal qual o projecto tenta transmitir ao público: Não existem limites para a criatividade!

A plataforma teve uma adesão significativa durante os restantes meses de 2011, porém surgiu um problema. Apesar de toda a filosofia de partilha e divulgação livre de ideias em todas as áreas criativas, verificaram-se premissas graves ao projecto.

O criativo que esteve por trás da ideia plasmodiana manteve-se no anonimato até agora. Como o projecto vivia do feedback de criativos que expunham e debatiam os seus trabalhos, este decidiu que a imagem ou “cara” do Plasmodium Vivax seriam todos os criativos que mantinham a plataforma viva. Contudo, nem todos os criativos estavam em conformidade de colaborarem com esta causa, sem terem presente a imagem física do Plasmodium Vivax e este facto trouxe alguns atrasos ao projecto. Pelo lado positivo, nem tudo foram tormentas. O facto do projecto estar sediado na cidade de Lisboa e a premissa de existir um desconhecimento total de quem estava nos bastidores do Plasmodium Vivax, difundiu junto de pequenos núcleos criativos a pergunta: quem seria o autor do Plasmodium? Tal situação catalisou a divulgação do projecto e o plasmodium foi crescendo como uma doença de “boca em boca”. A epidemia tinha começado. 

Rapidamente o criativo desta ideia, deparou-se com uma explosão demográfica de ideias, projectos, trabalhos e eventos. Tinha-se criado um livre-transito de criatividade, sem restrições de género, sem limites iconográficos, sem qualquer género de limitação ou catalogo de tipo. Todas as ideias valiam e todo o público podia participar nas mesmas. O Plasmodium Vivax tinha-se tornado autónomo e era já um organismo vivo.

À causa juntou-se um grupo de criativos nas diferentes áreas, que participaram na plataforma activamente. Surge então o primeiro corpo redactorial do Plasmodium Vivax, estabelecendo-se uma nova regra para toda a filosofia plasmodiana. A regra dos 3Ds (Descobrir, Debater e Divulgar).

1.Descobrir:

Procuramos criativos com ideias, projectos, trabalhos ou eventos em todas as áreas criativas (Música, Pintura, Escultura, Literatura,Teatro, Dança, Fotografia, Cinema, Arquitectura, Design,…) em fase de iniciação.

2.Debater:

Lançamos os projectos na plataforma, de forma a promover um espírito de debate e critica construtiva. Acreditamos que o debate é catalisador de uma melhor aferição a ideias ou a projectos.

3.Divulgar:  

Com a presença dos dois primeiros pontos anteriormente referidos, divulgamos todos os projectos que nos apresentem, sobre formato de crónicas, debates, eventos, reportagens e tertúlias. 

O Plasmodium Vivax sofreu uma mutação.     

Hoje não somos apenas uma plataforma de partilha criativa. Hoje somos corpo de redacção, uma webzine cultural, um grupo de criativos que tenta dar a conhecer ao público projectos fantásticos, de criativos portugueses em fase de iniciação. Hoje somos uma pandemia! 

Ficha Técnica  

Corpo Redactorial:

Ana Caeiro

André Reis

Bárbara Vaz Pereira

Pedro Chagas

Pedro Paiva

Rodrigo Torres Pereira

Vika 

Fotografia:

Isa Torres

Vika

Design:

Aymes

Recursos Humanos:

Carlos Rafael Lecter

Coordenação:

Pedro Chagas

O Novo Plasmodium Vivax avizinha: reportagens, crónicas, documentários, eventos, debates e muita criatividade. Enquanto houver criativos com ideias, a equipa plasmodiana não irá cessar na contaminação do público.

Este foi o Manifesto Plasmodiano. Continuem criativos!

Pedro Chagas

2012 

sábado, 29 de Outubro de 2011

Primeiro!

O Plasmodium é um parasita unicelular protozoário, que infecta os eritrócitos, causando a Malária. É espalhado em seres humanos pela picada da fêmea do mosquito Anopheles. São parasitas esporozoides das células sanguineas. Têm diversas formas, de acordo com a fase do ciclo de vida, e em média cerca de 1-2 micrómetros de diâmetro (a hemácia tem cerca de 7 micrómetros). Têm duas fases de reprodução, assexual no ser humano e sexual no mosquito.

SOMOS UMA PLATAFORMA DE DIVULGAÇÃO DE NOVOS CRIATIVOS!

O que é que isto significa? 
Significa que o Plasmodium oferece-vos a oportunidade e liberdade para exporem as vossas ideias e projectos no nosso mural. Uma das nossas politicas é desenvolver um clima de debate e entreajuda, da parte dos vários envolvidos. Com isto pretendemos, criar uma rede forte de contactos e disseminar a mensagem como que se de uma epidemia se tratasse. Espalhar a mensagem de que um grupo de criativos se está a formar. Com isto divulgar novos artistas nas variadíssimas áreas.